top of page


Por que repetimos os mesmos erros nos relacionamentos?
Muitas vezes, ao iniciarmos um novo relacionamento, sentimos com o tempo que estamos retornando a um passado já vivido. Nos deparamos com repetições que nos fazem mal e que, mesmo tendo consciência delas, não conseguimos abandonar. Por mais que busquemos 'novos ares', acabamos repetindo os mesmos padrões e erros. É comum dizermos que temos um 'dedo podre', mas a psicanálise nos mostra que esse 'destino' não é por acaso: ele é um indicativo de algo inconsciente que insiste em
Matheus Cunha Paiva
1 min de leitura


Como funciona a Psicanálise?
A psicanálise não é um conjunto de conselhos nem uma conversa comum. É um espaço em que o sujeito pode dizer, e, ao dizer, surpreender-se com o que aparece. Mas como funciona a psicanálise? A análise funciona a partir da fala , mas também do silêncio , das pausas , das repetições e dos lapsos que revelam algo do inconsciente . Diferente de terapias baseadas em técnicas diretas, a psicanálise não busca ajustar o sujeito a um ideal de funcionamento. Ela convida a olhar para o
Matheus Cunha Paiva
1 min de leitura


Como a separação conjugal afeta pais e filhos?
A separação de um casal não marca apenas o fim de uma relação conjugal; marca também o início de um novo modo de existir para todos os envolvidos. Para os adultos, separar-se envolve lidar com perdas simbólicas: rotina, do projeto de futuro, da presença constante do outro. Mesmo quando a decisão é consciente, há sempre um trabalho psíquico de reorganização interna: elaborar o luto, reconstruir identidades e reposicionar-se no mundo. Para as crianças e adolescentes, a separaçã
Matheus Cunha Paiva
1 min de leitura


O que o brincar revela na sessão com crianças?
Na clínica com crianças, o brincar é muito mais do que uma forma de passar o tempo, é a principal via de comunicação da criança. Enquanto o adulto fala para expressar o que sente, a criança fala brincando . É por meio do jogo, do desenho, do boneco ou até do videogame que ela mostra o que vive, o que teme e o que deseja. O brinquedo, o papel ou o jogo tornam-se recursos fundamentais para que algo do discurso da criança apareça. No brincar, ela simboliza o que às vezes ainda n
Matheus Cunha Paiva
1 min de leitura


E quando o diálogo entre pais e filhos parece impossível?
A adolescência costuma trazer mudanças que vão além do comportamento. O que antes era previsível na relação entre pais e filhos começa a se transformar: o silêncio, as respostas curtas e a distância podem parecer desinteresse ou rebeldia, mas muitas vezes são tentativas de se construir como sujeito. O adolescente precisa se afastar um pouco para se reconhecer, e esse movimento pode gerar conflito, especialmente para os pais, que também precisam se reposicionar diante desse no
Matheus Cunha Paiva
1 min de leitura


E quando o próprio desejo assusta?
Sustentar um desejo nem sempre é simples. Desejar implica reconhecer algo de si, algo que às vezes não cabe no que se espera de nós, da família, da sociedade, ou até da imagem que construímos de quem acreditamos ser. Por isso, o desejo pode provocar conflito. Há quem deseje, mas se culpe. Há quem queira algo, mas tema as consequências, e há quem evite desejar, como se isso o protegesse de falhar. O desejo, porém, insiste. Ele aparece nos pensamentos, nas escolhas, nos sonhos
Matheus Cunha Paiva
1 min de leitura
bottom of page
